abril 22, 2008

Que morte, afinal, abrigas tu
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«O meu castelo de pó, cinzas doutro que já não sou....

Valsa severa só, nem sabe que amou... Lacrimosa pétala danças, orvalho abandonando os olhos... Alguém sabe o que não alcanças, alguém sabe o que não encontras... O mundo que fechas em ti, o carinho furtado às tuas palavras... A dor ridícula do desencontro, a batalha onde tanto lutas... Ao largo de tudo, longe de todos... Que língua estranha falas, que dias passam por essa alma... Que morte afinal abrigas tu... »

"Castelo de Pó" by euem2023

[Obrigada Dr Esteves, por me deixar expor aqui o seu castelo.. ]

4 Comments:

Blogger Bruno Filipe said...

Exma. Dra. Palma muito me honra esta citação dum texto da minha lavra no seu blogue, bem como as doutas apreciações que vem fazendo sobre a minha escrita desde os tempos do defunto Mister Sarapintola....

Aproveito esta oportunidade, também, para elogiar sua qualidade como poetisa e dizer-lhe que tenho grande apreço pelas conversas, sempre elevadas, que temos mantido ao longo deste dois anos de intercâmbio intelectual à distância dum clic...

Grande Beijo

Bruno

1:36 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

ora.. o Dr merece e o prazer, não digo que seja todo meu, porque o prazer quer-se recíproco, mas é seguramente uma honra, partilhar ideias com tamanho (futuro) génio literário! Acredite, acredite.

1:48 da tarde  
Blogger jorge@ntunes said...

todas as mortes obrigam a novas especies de vida...ou de mortes...
gostei deste lugar...

11:45 da tarde  
Blogger Lálica said...

volta sempre que quiseres, que serás benvindo. Obrigada!

1:01 da tarde  

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