janeiro 18, 2005

- tempo que dura a ausência -

Esse tempo que dura a ausência
emudece a minha expressão,
mina a minha liberdade

Dói-me numa dor, que ferra
contrai
e endurece o estômago.

Fruto que alimenta
e envenena

Pensar em ti

é manipular o meu corpo
para uma aflição aterradora
de não querer amar-te.